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Biatlo

Biatlo


O biatlo integra o programa paralímpico desde 1988, aquando da realização dos Jogos Paralímpicos de Inverno Innsbruck. A modalidade estreou-se apenas com atletas em pé, tendo quatro anos mais tarde, em Tignes-Albertville, sido integradas as classes de deficiência visual. As provas femininas e sentadas estrearam-se nos Jogos de Lillehammer, em 1994.

 O biatlo paralímpico, regulado pela International Biathlon Union (IBU), combina resistência física e precisão, juntando duas exigências distintas: o esqui de fundo e o tiro ao alvo. A modalidade é disputada por atletas das classes sentada, em pé e com deficiência visual, num equilíbrio permanente entre velocidade, controlo e concentração.

As provas incluem sprint, meia distância e perseguição e individual, com distâncias totais que variam consoante o formato. Em cada paragem na carreira de tiro, os atletas têm de atingir cinco alvos a 10 metros. Quando falham um alvo, podem ser penalizados com tempo adicional ou com uma volta extra no percurso. O vencedor é o atleta que concluir a prova no menor tempo.

Nos casos de deficiência visual, o tiro é orientado por sinais acústicos, cuja intensidade indica ao atleta se está ou não alinhado com o alvo. Os disparos são geralmente efetuados na posição deitada, embora alguns atletas da classe sentada possam atirar sentados, quando a sua condição funcional assim o exija.

Para mais informações consulte o site da Federação de Desportos de Inverno de Portugal.

Recorde aqui os momentos altos da prova masculina da classe sentado nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026.

Conheça o programa dos Jogos Paralímpicos de Inverno Alpes Franceses 2030. 


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