Modalidades paralímpicas
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Equitação
O hipismo paralímpico estreou-se nos Jogos Paralímpicos de Stoke Mandeville e Nova Iorque 1984, passando a integrar regularmente o programa paralímpico a partir dos Jogos Paralímpicos de Atlanta 1996.
Atualmente, homens e mulheres competem juntos nas mesmas provas, refletindo o carácter inclusivo da modalidade.
A modalidade integra a disciplina de dressage, em que os cavaleiros realizam provas nas quais são avaliadas a harmonia, precisão e qualidade da ligação entre atleta e cavalo. As competições incluem provas individuais, provas por equipas e provas de estilo livre (freestyle), nas quais os atletas podem coreografar a sua apresentação ao som de música.
Os atletas são organizados em diferentes graus de competição de acordo com as suas capacidades funcionais. Existem cinco graus (Grades I a V), que refletem o impacto da deficiência na capacidade de montar e executar os movimentos exigidos.
Dependendo do grau, os cavaleiros realizam as suas provas a diferentes andamentos: os atletas do Grade I competem ao passo, os do Grade II ao passo e trote, já os Grades III, IV e V podem executar passo, trote e galope. Durante as provas, os juízes avaliam critérios como a precisão dos movimentos, a qualidade da execução e a expressão artística da apresentação.
Para facilitar a comunicação entre cavaleiro e cavalo, os atletas podem utilizar determinados equipamentos, como barras de ligação nas rédeas, elásticos, chicotes de dressage ou comandos de voz.
A modalidade é regulada internacionalmente pela Fédération Équestre Internationale (FEI).
Para mais informações consulte o site da Federação Equestre Portuguesa.
Recorde aqui os momentos altos da competição nos Jogos Paralímpicos Paris 2024.
Saiba mais sobre a modalidade nos Jogos Paralímpicos LA28.
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