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Esqui Alpino

Esqui Alpino


O esqui alpino estreou-se nos Jogos Paralímpicos de Inverno Örnsköldsvik 1976, na Suécia, com 78 atletas de 12 países a competirem em Slalom e Slalom Gigante. Desde então, a modalidade tem evoluído de forma significativa. Ao longo das décadas, foram sendo integradas novas disciplinas e classes, consolidando o esqui alpino paralímpico como uma referência do desporto de inverno.

Trata-se de uma das modalidades de inverno mais rápidas e exigentes do programa paralímpico. Disputada em diferentes tipos de percurso, combina velocidade, técnica e capacidade de adaptação, com os atletas a descerem pistas a uma velocidade que pode atingir cerca de 100 km/h.

O esqui alpino paralímpico reúne atletas de três grandes categorias (sentados, em pé e com deficiência visual) que competem com recurso a equipamentos adaptados às suas necessidades, como monoski, sit-ski ou auxiliares ortopédicos. Nos casos de deficiência visual, os atletas são acompanhados por guias que os orientam ao longo do percurso através de sinais verbais.

As provas incluem, entre outras, descida, slalom, slalom gigante, super-G e combinado alpino, embora nem todas estejam presentes em todos os Jogos Paralímpicos de Inverno. Para garantir a justiça competitiva, é aplicado um sistema de cálculo de resultados chamado factored timing que permite que atletas com diferentes tipos de deficiência compitam entre si.

Para mais informações consulte o site da Federação de Desportos de Inverno de Portugal.

Conheça o programa dos Jogos Paralímpicos de Inverno Alpes Franceses 2030. 


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