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Esgrima em Cadeira de Rodas

Esgrima em Cadeira de Rodas


A esgrima em cadeira de rodas teve origem na década de 50 do século passado, tendo sido introduzida por Sir Ludwig Guttmann nos Jogos de Stoke Mandeville, em 1954, competição que antecedeu os Jogos Paralímpicos.

A modalidade integrou o programa dos primeiros Jogos Paralímpicos, em Roma, 1960, e tem estado presente em todas as edições desde então. Inicialmente apenas as provas de sabre e florete fizeram parte do programa paralímpico, mas a espada foi logo introduzida nos Jogos Paralímpicos Tóquio 1964.

Ao longo das décadas, a modalidade cresceu exponencialmente em número de atletas e países participantes. Nos Jogos Paralímpicos Londres 2012, por exemplo, participaram mais de uma centena de atletas em representação de duas dezenas de países.

A esgrima em cadeira de rodas coloca frente a frente dois atletas posicionados em cadeiras de rodas fixas a uma estrutura metálica. Os atletas ficam colocados diagonalmente e procuram tocar as zonas válidas do corpo do oponente com a sua arma.

Competem nas três armas tradicionais da esgrima: florete, espada e sabre, em provas individuais ou por equipas. Participam atletas com diferentes tipos de deficiência física, incluindo amputações, lesões medulares ou paralisia cerebral.

Os esgrimistas são organizados em duas classes desportivas, A e B, de acordo com o impacto da sua limitação funcional na prática da modalidade.

Durante os combates são utilizados aventais metálicos e sistemas eletrónicos de deteção que registam os toques válidos. Nas fases de eliminação, vence o atleta que alcançar primeiro cinco pontos ou que tiver a maior pontuação no final do tempo regulamentar de três minutos.

A modalidade é coordenada internacionalmente pela World Para Fencing.

Recorde aqui os momentos altos da competição nos Jogos Paralímpicos Paris 2024.

Saiba mais sobre a modalidade nos Jogos Paralímpicos LA28. 

 


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